Uma casa "quase"perfeita

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Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Dom Mar 09, 2008 7:18 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Bem, já tinha esta história guardada a uns tempos e há uns dias atrás encontrei-a entre os meus cadernos. Decidi então agarrar nela outra vez e alterá-la, dar-lhe um melhor enredo. E aqui está ela!
Ah, os acontecimentos desta história dão-se depois da máscara de luz e antes de irem para Metru Nui. Se houver alguma coisa confusa na história, avisem-me ok? E eu ajudo Wink
E mais uma coisa: Espero que gostem!! Very Happy Very Happy



1


Mesmo que não pudessem estar no seu verdadeiro lar, eles tinham de arranjar um. Uma carrinha com um espaço muito reduzido não era exactamente um lugar confortável para 7 pessoas dormirem ou comerem sequer. Mesmo que esta tinha sido indispensável durante a sua busca, eles precisavam de mais espaço. Já era impossível esticar as pernas lá dentro quanto mais com o Pewku a saltar de um lado para o outro como um canário engaiolado.
Isso dava-lhes saudades da liberdade que costumavam ter. Já tinham passado dois meses desde aquele dia da emboscada. Como poderiam eles saber que mesmo depois do Takanuva o ter derrotado ele voltaria mais uma vez dos mortos para os atacar? Apanhados de surpresa e arrastados para aquela dimensão, transformados em seres humanos, formas vulneráveis contra as forças do Makuta… A vida deles não tem sido fácil.
A sua única esperança, de acordo com umas coisas que ouviram das legiões do Makuta, havia um ser com uma máscara capaz de transportar pessoas entre dimensões. O seu nome: Brutaka, e estava ali naquela dimensão por razões que ninguém conseguia descobrir. Seja quem ele fosse, os 7 Toa estavam decididos a ir atrás dele e pedir-lhe ajuda. As armas e poderes que felizmente ainda estavam com eles e davam alguma vantagem na sua busca.
E assim começara a aventura deles, lutar contra as sombras, a viajar em busca desse famoso Brutaka e acima de tudo esconder a sua identidade das outras pessoas.
Mais uma vez, Pewku deu um pulo entre eles, a tentar olhar pela pequena janela. Ela não fazia muita ideia do que eles tinham passado e naquele momento só estava interessada em sair daquela carrinha.
- Pewku, vem para aqui. – Pediu Takanuva um pouco impaciente como os outros. Pewku mirou-o com uma alegria nos olhos de cachorro e fez o que ele disse, saltando para ao pé dele e enroscando-se, ainda aborrecida por estar ali. E não era a única.
Pois é, estavam mesmo a precisar de encontrar uma casa…..

- Oh, irmãos, ouçam isto! – Avisou Gali ao ler o jornal. Já há algum que tinha arranjado aquele hábito de os ler. Era útil, interessante a ajudava a passar as horas enquanto viajavam. Algumas cabeças apareçam na pequena janelinha, todos menos Tahu que estavam a guiar naquela tarde. – Encontrei um anúncio de uma casa à venda ideal para nós.
- A sério? – Perguntou Pohatu.
- Vejam a fotografia. – Virou para trás e encostou a página à janelinha. – Parece muito espaçosa.
- Hmmm, o preço parece bom também. – Reparou Onua.
- “Muito espaço livre, árvores no quintal, uma cabana e com vista para o rio”… - Leu Lewa, que começava a gostar da ideia.
Tahu fez uma careta com a última parte.
- Preferes continuar a dormir na carrinha? – Sugeriu Gali. – Tahu, temos de tentar, pode ser uma oportunidade que se calhar nunca mais voltaremos a ter.
- Está bem, tens razão. – Resmungou um bocado enquanto agarrava num mapa. – É longe?

Eles nem podiam acreditar quando finalmente a viram com os seus próprios olhos. Era ainda maior do que aparentava ser na foto e parecia quase nova, excepto por algumas telhas partidas e alguns partes que bem precisavam de ser pintadas outra vez. O jardim não estava mau, muito verde e com um ar acabado de ser cortado. O rio ao lado da casa só a tornava mais bonita e convidativa.
Lewa, Pohatu, Kopaka e Takanuva saíram rapidamente da carrinha para esticar as pernas e foram logo para o jardim, gozar a liberdade. Não valia a pena eles dizerem se gostaram. Onua observava cuidadosamente a casa com um sorriso enquanto que Kopaka não tinha dito uma palavra desde que tinham chegado. Contudo nada parecia dizer que pensava o contrário; Tahu estava a começar a gostar da casa e Gali estava encantada.
- Foram vocês que me chamaram para ver a casa? – Uma mulher baixa com um sorriso de orelha a orelha e mãos enrugadas cumprimentou-os com um agitado nervosismo. – Boa tarde, o meu nome é Susana. Entrem, entrem, tenho a certeza que vão adorar esta casa.
Seguida pelos Toa, a mulher aproximou-se da porta principal e tentou tirar as chaves do bolso. As suas mãos tremiam enquanto procurava a chave no molho que tinha guardado e quase que deixava-as cair todas.
- Está bem? – Perguntou Gali, preocupada.
- Oh, não te preocupes filha, eu ando só um bocadinho meio atrapalhada. Pronto, cá está a malandra! – E rapidamente abriu a porta, deixando eles entrar primeiro.
Mas quando ia a entrar na casa, Takanuva parou. Um súbito arrepio percorreu-lhe a espinha e olhou à volta; mas não estava ninguém, só Pewku ao pé dele. “Deve ser do frio” Atou o melhor o casaco e encaminhou-se para dentro.
- Anda Pewku!

O interior da casa estava despido de vida: paredes brancas, algumas com marcas de quadros que estivessem estado ali, quase nenhuma mobília que fazia o interior parecer maior. Havia um estranho cheiro de madeira, com odores do passado e muito pó que dava um ar desarrumado e melancólico à casa. Mas nada disso lhes importava, eram coisas que podiam ser remediadas com o tempo. E tinha o essencial para eles, e ainda por cima equipada. Parecia inacreditável.
- Tem um sótão com uma vista fantástica. Venham ver. – Continuou Susana abrindo uma porta com outra das suas chaves. Subindo umas pequenas escadas, podia-se ver que era muito simples à primeira vista: roupeiro, cama, uma escrivaninha já muito velha e a tal janela que ela abriu para mostrar a bela paisagem. A vista sobre o rio, a floresta e o quintal tinha agradado muito a Lewa que se aproximou mais para ver. – Vejo que gostou. Tem bom gosto. É um dos quartos mais bonitos desta casa. Agora vou mostrar-vos a sala. É muito grande, vão ver! É ideal para fazer festas. – Soltou umas gargalhadas estridentes e guiou-os para o próximo.
A mulher não estava a brincar, A sala era mesmo muito grande. Tinha umas portas de vidro que davam para uma varanda no jardim, umas estantes vazias, um relógio e ainda uma lareira e um sofá grande; várias ocupavam a sala, iluminando-a completamente.
Estavam todos com um grande sorriso, e a vendedora achou que era a altura:
- Bem, desejam comprar a casa?
-O que acham irmãos? – Perguntou Gali.
- Eu gosto. – Disse Onua.
- Eu também. – Apoiou Pohatu.
- Força. – Tahu respondeu. Os outros falavam baixo mas todos também concordavam com a ideia.
- Então sim, nós compramo-la.
- Esplêndido! Então venha comigo querida. – Agarrou o braço dela e puxou-a para o jardim. – Eu deixei os papéis no meu carro. Só tem que os assinar, pagar e eu dou-lhes as chaves, está bem?
Gali assentiu e deixou-se levar por ela até ao carro. Mas antes de tirar os papéis da pasta, ela lembrou-se de outra coisa:
- Ia-me esquecendo: se quiserem pintar a casa estão umas tintas debaixo do lava-loiça. É caso quiserem dar uma corzinha à casa, dá jeito às vezes para dar um novo ar.
- Obrigada. – Disse Gali.
O negócio foi feito ali mesmo no carro e em poucos segundos, Gali recebeu as chaves.
- Divirta-se na sua nova casa! – Susana falou num tom fino e rápido, acenando com a mão a tremer outra vez. E assim que a sua cliente voltou para a nova casa com um ar satisfeito, ela respirou de alívio e entrou no carro.
Nunca pensara que ia ter tanta sorte. O dia tinha estado a correr-lhe bem: ia ter um jantar de amigos logo à noite, ia ainda apresentar outras residências a outros clientes e tinham-se livrado daquela casa. E rezou fervorosamente para que fosse a última vez que lá fosse meter os pés…..

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Ignika em Sex Jul 04, 2008 11:42 pm

realmente esta capitulo ta bem feito, gostei de ler (porem ja tinha lido uma pequena parte antes de ser publicado eheh) tongue
Pobre Pohatu, tinhas de por o meu toa nuva favorito a sofrer...
essa nao percebi Lhikan Rolling Eyes

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Lhikan em Sab Jul 05, 2008 3:54 pm

realmente esta capitulo ta bem feito, gostei de ler (porem ja tinha lido uma pequena parte antes de ser publicado eheh)
Citação:
Pobre Pohatu, tinhas de por o meu toa nuva favorito a sofrer...

essa nao percebi Lhikan

Só queria dizer que o coitado apanhou um susto do tamanho das casas Razz

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Ignika em Sab Jul 05, 2008 9:21 pm

ah ya, podes crer, com um susto daqueles ate eu ficava naquele estado, ou pior x)

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Dom Jul 06, 2008 4:27 pm

Lhikan escreveu: lol! Está brutal...... parabéms Wink



Pobre Pohatu, tinhas de por o meu toa nuva favorito a sofrer... Razz


lol! lol! Que imagem tão louca, bem gira!! Obrigada, fico contente por teres gostado! Smile
Razz Ehehehehe, eu posso ser muito mázinha... E ainda por cima eu também sou uma fã dele também.

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Dom Jul 06, 2008 4:30 pm

Toa Ignika escreveu:realmente esta capitulo ta bem feito, gostei de ler (porem ja tinha lido uma pequena parte antes de ser publicado eheh) tongue

Ainda bem que gostaste Very Happy Very Happy Pois é ehehehe!
Então está tudo bem contigo? Como estive semanas sem internet não pude estar presente por cá ^^;

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Ignika em Dom Jul 06, 2008 4:36 pm

Le-matoran girl escreveu:
Toa Ignika escreveu:realmente esta capitulo ta bem feito, gostei de ler (porem ja tinha lido uma pequena parte antes de ser publicado eheh) tongue

Ainda bem que gostaste Very Happy Very Happy Pois é ehehehe!
Então está tudo bem contigo? Como estive semanas sem internet não pude estar presente por cá ^^;
tenho andado bastante bem, e pelos visto este Fan ficts esta cada vez melhor, mais interessante!, estou a gostar imenso de ler, consegues explorar ao maximo os atributos de cada personagem e consegues fazer com que cada uma (especialmente os toa) ajam o mais natural possivel mesmo estando nos corpos que estao. e esta bastante imaginativa.
parabens, continua Wink

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Lhikan em Seg Jul 14, 2008 3:40 pm

Vá lá, agora tão a vir as férias.... pelo que vais ter mais tempo para pensar e acabar a história Wink .... leva o tempo que precisares. Também estava a pensar numa história em podesse misturar bionicles e o nosso mundo... mas até agora não deu em nada... No

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Ter Jul 29, 2008 7:29 pm

Ignika escreveu:
Le-matoran girl escreveu:
Toa Ignika escreveu:realmente esta capitulo ta bem feito, gostei de ler (porem ja tinha lido uma pequena parte antes de ser publicado eheh) tongue

Ainda bem que gostaste Very Happy Very Happy Pois é ehehehe!
Então está tudo bem contigo? Como estive semanas sem internet não pude estar presente por cá ^^;
tenho andado bastante bem, e pelos visto este Fan ficts esta cada vez melhor, mais interessante!, estou a gostar imenso de ler, consegues explorar ao maximo os atributos de cada personagem e consegues fazer com que cada uma (especialmente os toa) ajam o mais natural possivel mesmo estando nos corpos que estao. e esta bastante imaginativa.
parabens, continua Wink


Estou mesmo contente que estejas bem! Very Happy Very Happy Embarassed Bem, esse elogio apanhou-me mesmo de surpresa, muita obrigada por gostares da minha história! Eu parei de escrever um bocado por estava a ter um grande bloqueio e ainda por cima estava a trabalhar.
Mas não tarda vou pôr o próximo capítulo ;D
Ah, e continua a tua história, está bem? Gostaria de ler mais.

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Ter Jul 29, 2008 7:33 pm

Lhikan escreveu:Vá lá, agora tão a vir as férias.... pelo que vais ter mais tempo para pensar e acabar a história Wink .... leva o tempo que precisares. Também estava a pensar numa história em podesse misturar bionicles e o nosso mundo... mas até agora não deu em nada... No

Tens razão, agora não tenho muitas desculpas. Eu só parei de escreve por um bocado porque bloqueei quase logo no início ^^; mas já está resolvido.
É muito complicado, não é? Smile Para além desta já tentei outras maneiras, mas não consegui lá muito bem. Mas eu teno a certeza de vais conseguir Wink E quando conseguires, podias-me mostrar-me? Eu gosto muito de ler as histórias dos outros Smile

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Lhikan em Dom Ago 03, 2008 2:10 pm

Tens razão, agora não tenho muitas desculpas. Eu só parei de escreve por um bocado porque bloqueei quase logo no início ^^; mas já está resolvido.
É muito complicado, não é? Para além desta já tentei outras maneiras, mas não consegui lá muito bem. Mas eu teno a certeza de vais conseguir E quando conseguires, podias-me mostrar-me? Eu gosto muito de ler as histórias dos outros


Já comecei a escrever uma, vou-te deixar aqui um link para depois dares uma espreitadela, se quiseres. Depois dis-me o que achaste, ok Wink ?

http://gabionicle.forum.st/fan-fics-mocs-f15/a-lenda-de-luza-nui-em-busca-da-orbe-t283.htm#7692

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Dom Ago 03, 2008 2:24 pm

[Já comecei a escrever uma, vou-te deixar aqui um link para depois dares uma espreitadela, se quiseres. Depois dis-me o que achaste, ok Wink ?

http://gabionicle.forum.st/fan-fics-mocs-f15/a-lenda-de-luza-nui-em-busca-da-orbe-t283.htm#7692[/quote]


Obrigada pelo link, gostei muito de ler os primeiros capítulo Wink Agora continua, por favor. Estou curiosa por ver o que vai acontecer a segruir aos novos Toa.

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por zsdiogo em Sab Set 20, 2008 1:49 pm

Eu tambem, adorei tudo

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Toa Nujaka em Qua Out 15, 2008 3:30 pm

realmente, tenho q adimitir que ficou bom Razz Razz Razz

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Ter Nov 25, 2008 1:25 pm

zsdiogo escreveu:Eu tambem, adorei tudo

Muito obrigada! Very Happy Very Happy
E como é que tu estás?

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Ter Nov 25, 2008 1:26 pm

Toa Nujaka escreveu:realmente, tenho q adimitir que ficou bom Razz Razz Razz

Obrigada pelo comentário Smile Fico contente por gostares.

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Seg Dez 15, 2008 7:19 pm

Very Happy Boas notícias: a peça finalmente chegou!! Está instalada e pronta a ser usada! Agora posso voltar a fazer as coisas que costumava fazer e vir aqui mais vezes Very Happy. Para celebrar tenho aqui o próximo capítulo e algo mais *mostra numa mesa um bolo de chocolate com a forma de uma Kanohi Matatu e uns sumos* A minha máscara favorita. É que no sábado passado eu fiz anos e queria celebrar convosco. Smile Portanto quem quiser, recebe uma fatia de bolo e ainda uma bebida.
Wink Espero que gostem deste capítulo. Eu já ponho as próximas partes

6 Parte 1

Uns estranhos barulhos não deixaram Onua dormir sossegado: passos de um lado para o outro, subir e descer escadas e até a torneira da casa-de-banho do lado e abrir-se com um forte jorro de água sucederam-se durante quase uma hora. Só depois quando pararam é que conseguiu adormecer.
Mas, quando o sol já espreitava timidamente pela janela do seu quarto, o barulho voltou: mas este era o barulho de passos no quintal e de uma bola bater contra as escadinhas da varanda.
“Não pode ser.” Olhou para o lado e afinal estava certo; a cama do Pohatu estava feita. Ao lado dela, o despertador marca 5:57.
- Não posso acreditar… - Disse incrédulo, enquanto se levantava lentamente para espreitar à janela.
E lá estava ele, sozinho e entretido a dar uns toques na bola. Mas quando viu, não foram só as horas que o incomodavam: era a maneira como estava concentrado, não sorria como costumava sempre que jogava, mantinha os olhos na bola, com um cara tão pálida e cansada que nem parecia ser ele.
Não foi o único a ouvi-lo jogar: Gali, Kopaka e Takanuva espreitavam das suas janelas, sem acreditarem no que viam. Apenas Pewku parecia divertir-se, olhando interessada para ele.
- O que é que lhe deu? – Perguntou Takanuva com um grande bocejo.
Pohatu acabou por notar neles e parou para lhes acenar, mas com um sorriso bem-disposto. Só não conseguia esconder bem o cansaço que tinha no olhar.
- Bom dia irmãos. – Cumprimentou.
- Pohatu, que estás a fazer? – Perguntou Gali.
- A jogar um bocado, para acordar.
- Mas agora? – Perguntou Takanuva, desconfiado e ensonado.
- E porque não?
- São quase seis da manhã Pohatu. – Disse Onua. – Não achas que é demasiado cedo?
- Devias descansar mais umas horas. Poupa energias para logo. – Disse Gali.
- Eu…não posso dormir. – Hesitou Pohatu, mexendo a bola com o pé. – Não consigo.
- Mas tu pareces cansado. – Notou Kopaka enquanto olhava o quanto ele parecia desconfortável com a ideia. Havia qualquer coisa para além da falta de sono…parecia receio…
- Eu estou bem, não fiquem preocupados. – Disse, lançando a bola para as mãos. – Agora, alguém quer fazer uma partida comigo?
- Ah, mais tarde Pohatu, eu quero descansar. Até logo. – Gali acenou e fechou a janela, seguida por Kopaka que não estava nada interessado num jogo. Pewku estava interessada e tentou puxar Takanuva para se juntar com eles, mas ele não estava com muita vontade àquelas horas e voltou para a cama.
- E tu irmão? – Perguntou Pohatu a Onua. – Vens cá abaixo?
- Tens a certeza que estás bem? – Perguntou Onua.
- Claro que estou. Tens a certeza que não queres jogar?
Onua achou que não ia longe com aquela conversa, e recusando a oferta, voltou a dormir. Não sabia se ele estiva bem ou não mas também estava demasiado cansado apara descobrir.

Naquela manhã solarenga e brilhante, Gali, que caminhava sem parar para dentro da floresta, sentia alguma escuridão entre as árvores e uns calafrios no corpo.
Tinha decidido não ir trabalhar naquele dia. Em vez disso, iria procurar as respostas que ansiava descobrir desde o dia em que aquela estranha mulher lhe deu o colar. O mesmo colar que trazia agora na sua mão. De certeza que tinha um significado; e as palavras dela também.
“Podia ter trazido o Lewa”, pensava enquanto caminhava mais para dentro da floresta. “De certeza que ele conseguiria voar acima destas árvores e encontrá-las” Já para não dizer que a faria rir e anima-la um pouco.
Porque não havia que negar: começava a sentir-se perdida.
Sem saber para onde ir, se seguir em frente e continuar a procura. Já andava há muito tempo e ainda não tinha encontrado nada. Sentou-se no velho tronco de uma árvore que jazia no chão e descansou para pensar melhor. Era melhor do que entrar em pânico.
Olhou para o cimo das árvores onde às vezes conseguia ver as nuvens a passar e um pouco de luz a iluminar aquela natureza. À sua volta só havia arbustos, árvores de todos os tamanhos e feitios e s sons da natureza à sua volta. Não estava habituada a florestas, sentia-se mais à vontade dentro de água, mas aquele sossego dava-lhe alguma paz, agradava-lhe estar ali.
Depois olhou para o chão, para a mistura de madeira, pinhas, folhas, plantas e terra por onde ela caminhava há tanto tempo. E foi nesse momento que viu alguma coisa de estranho e olhou mais perto.
Eram pegadas, marcas de sapatos que não eram os seus. Estavam bem escondidas por entre as folhas e as cascas de árvore.
Gali sorriu; de certeza que iriam levá-la à casa da senhora e poderia vê-la finalmente.
- Bom dia menina. – Aquela voz rouca fê-la assustar-se tanto como da última vez. Parece que fora ela quem a encontrou primeiro. – Ah, és tu minha querida. Tu sabes que não devias estar aqui, não sabes? Não devias estar a trabalhar?
- Sim, mas eu não fui hoje. Queria falar consigo. – Disse enquanto se levantava e olhava para ela. Sorriu para ela, apesar de ainda estar assustada. – Bom dia, chamo-me Ângela.
- É esse realmente o teu nome? – Perguntou desconfiada. O olhar de Gali confirmou o que disse. – Por favor, minha querida, não tenhas medo de dizer. – E mostrou um sorriso amigável. – Eu sempre soube que tu e os teus irmãos são diferentes de todos nós, não me podem enganar.
- Mas como é que sabe?
- Vem comigo benzinho. – Agarrou no cesto cheio de lenha que estava ao seu lado e caminhou em frente, com ela a segui-la. – Na minha casa falaremos melhor. Eu até vou fazer um chá para a menina. Mas diga-me, qual é o teu verdadeiro nome?
- …Gali. – Ainda não compreendia como é que foi capaz de revelar o seu nome a um humano pela primeira vez. Talvez fosse porque ela sabia, sabia que eles não eram humanos, não eram como os outros. E a amabilidade da estranha idosa dava-lhe confiança suficiente para lhe dizer.
- Gali… - Disse a velha, como se estivesse a meditar alegremente sobre uma filosofia. – É um nome bonito, muito invulgar. O meu é Josefina. Alguns na vila chamam-me Velha Jo, podes usa-lo se quiseres.
Gali apenas acenou com a cabeça. Ainda não conseguia acreditar que estava a revelar-se àquela velha senhora. Nunca ninguém lhe tinha inspirado tanta confiança e vontade de falar desde da… Turaga Nokama?
Nunca se tinha apercebido das grandes saudades que tinha da sua aldeia e dos seus queridos amigos.

Enquanto que alguns, inclusive Gali, estivessem a lidar com assuntos sérios num dia calmo como aquele, outros tentavam tirar um bom proveito do seu tempo livre. Por isso Amélia, que só trabalhava à noite, foi à casa dos Toa e convidou Lewa, Onua e Takanuva a virem ao parque para jogarem um bocadinho ao disco. E porque não? Era uma boa oportunidade de se divertirem ao ar livre.
Era um sítio muito bonito, com um lugar próprio para as crianças depois ao pé estendia-se um grande campo de relva, rodeado por árvores e decorado com bancos e uma estátua de um presidente cujo nome ninguém se lembrava, de tão antigo de que era. Um pequeno rio atravessava o parque, espalhado por todo o lado através dos seus canais.
Pewku adorou o parque assim que entrou e quis logo ir brincar com todos. Takanuva fez-lhe a vontade e com o disco, todos começaram a jogar.
Claro, o jogo foi bastante animado: a Pewku andava sempre atrás do disco e a rodear os outros para tentar apanhá-lo e Lewa, com os seus poderes do ar, tomava partido do vento para fazer o disco voar mais alto ou mais baixo ou até para os lados, resultando em grandes partidas.
- Devias ter mais cuidado Dinarte. – Avisou Takanuva. Felizmente, Amélia não percebia do que ele estava a falar.
- Oh, porquê? Não acham que é mais divertido? – Brincou Lewa.
Ele ia a receber o disco do Onua, mas este surpreendeu-o, lançando-o com uma força que apanhou-o desprevenido. E quando o viu tão próximo, desequilibrou-se e caiu para atrás, ainda surpreso.
Só depois descobriu que o disco mal o tinha acertado e ainda por cima estava caído a seus pés. Não tinha sido lançado com força, ele tinha-o enganado; Onua acima dele, ria-se com um sorriso maroto.
- Foi suficientemente emocionante para ti, irmão? – Gozou Onua, fazendo os outros soltar gargalhadas. Lewa, ainda no chão, fez apenas um cara de tolo e riu-se.
Quem se aproveitou da situação foi Pewku, que lambeu a face de Lewa como agradecimento e fugiu com o disco.
- Estás bem? – Perguntou Amélia.
- Estou bem-óptimo. – Respondeu Lewa, enquanto Onua ajudava-o a levantar-se. Ela soltou uma gargalhada tímida.
- Tu e a tua linguagem engraçada…
Nesse momento Pewku esfregou a cabeçinha na perna do seu dono e quando conseguiu a sua atenção, devolveu o discco e afastou-se com a cauda a abanar, a pedir brincadeira.
Takanuva percebeu logo e atirou-lhe o disco o mais longe que podia enquanto Pewku corria depressa atrás dele a tentar apanhá-lo.
E quando começou a descer, lançou um salto e consegiu apanhá-lo com uma rapidez que mereceu palmas de todos enquanto que voltava, toda orgulhosa, com o disco na boca.
- Boa Pewku. – Feliciotu Takanuva, dando-lhe festas.
- Deixa-me tentar. – Pediu Lewa, ajoelhando-se ao pé deles. Takanuva agarrou no disco e deu-lho nas mãos. – Vamos ver se ela apanha esta.
Tomou balanço com o braço e rapidamente lançou-o para longe, pondo Pewku atrás dele, muito entusiasmada. E conseguiu apanhá-lo por um triz, trazendo-o de volta ao dono que o lançou outra vez, sob o olhar atento do Onua.
- Lá estão aqueles dois a falar…. – Comentou Takanuva com um sorriso para Lewa e Amélia que falavam descontraídamente.
- Reparei que eles estão quase sempre juntos.
- Sim… - “Fazem-me lembrar o Jaller e a Hahli.” Entristeceu-se com esse pensamento; Tinha-se voltado a lembrar das saudades que tinha da ilha de Mata Nui e do seu melhor amigo. Com toda a força que tinha, desejou que todos lá estivessem bem e em segurança.

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Seg Dez 15, 2008 7:23 pm

6 - Parte 2


A casa da Velha Jo quase se escondia no meio da floresta, com a vedação coberta de arbustos e plantas e as paredes decoradas com trepadeiras, flores e folhas de pinheiro. Da chaminé saía uma pequenina nuvem de fumo.
- Entra, minha querida. – Disse a idosa, abrindo o portãozinho de madeira para as duas.
Gali sentia-se estranha ao entrar naquele jardim tão florido e misterioso. Era curiosa a organização do pequeno quintal cheio de ervas que não conhecia o nome e da mistura de cores e perfumes que a rodeavam. Tudo inspirava tranquilidade, beleza… ea té mistério e magia.
E como se não fosse suficiente o exterior, então quando entrou dentro de casa não podia acreditar.
Um fogão de lenha ainda aquecia, soltando um cheiro de madeira queimada e massa cozida por todo a casa. Ao lado estava um grande alguidar com louça por lavar e ainda mais ao fundo uma mesa grande e velha de tanto uso. Em cima estavam pedaços de plantas, vegetais e outras coisas que não percebia o que era. Por cima pendiam cebolas, alhos e ramos de plantas e espalhados por todo o lado estavam sacos com todo o tipo de vegetais. Havia uma pequena escada de madeira que devia levar a um quarto, de certeza.
A princípio estranhava a simplicidade da casa, o ambiente rústico, pequeno e inquietante, mas parecia acolhedor também.
- Vem, senta-te minha querida. – Convidou Josefina, puxando-a para um velho sofá cor de salmão e com cheiro a mofo. – Vou já preparar o chá.
Gali limitou-se a sentar e a olhar à volta. Não conseguia parar de ficar fascinada com as novas coisas que via à sua volta. Era aquilo que as bruxas gostavam, se era, não achava mau.
Uma coisa felpuda e fofa começou a roçar-se nas suas pernas e quase que a assustou. Era afinal uma gata de pêlo castanho e olhos brilhantes como berlindes que estranhava a presença da nova convidada na sua casa. Mas logo ficou calma com as festas na cabeça.
- Chama-se Bórgia. – Disse a Jo sem sequer olhar para trás. “Que mais poderes terá ela?” perguntou-se Gali. – É muito mansinha e a minha melhor companheira. Se quiseres podes ligar o rádio.
Gali olhou à sua esquerda e viu a pequena engenhoca à pilhas, pequeno e com uma antena. Mas não queria ouvir música agora, queria era umas respostas.
A velha Jo foi ter com ela ao fim de uns minutos com uma bandeja nas mãos com um bule, 2 chávenas, um pequeno pote com açúcar e um prato com uns biscostos.
- Serve-te à vontade. – Disse Jo, tirando a sua chávena cheia de chá e um biscoito.
Gali apenas quis a chávena e pôs um pouco de açúcar. O sabor continua forte e agridoce por mais açúcar que metesse. Dava-lhe uma sensação quente e agradável na garganta que a acalmava e ficava menos ansiosa.
- Obrigada.
- De nada minha menina, o prazer é meu. – Disse Jo, com um sorriso. – A verdade é que não tenho uma convidada há muitos anos, não tenho muitos amigos. E os rumores não ajudam.
- Mas é mesmo uma bruxa?
Jo olhava-a com uma expressão desconfortável e quase triste que fez Gali arrepender-se da pergunta. Mas ela respirou fundo e respondeu:
- Não é uma coisa má querida. – Explicou. – A minha magia é usada apenas para o bem e para a doméstica. Eu nunca fiz nada dessas magias negras ou rituais proibidos. São coisas medonhas, digo-te eu, medonhas.
- Porque é que não diz? Não devia ser tratada assim por causa de mentiras. – O calor do chá aquecia-lhe o corpo de uma maneira suave como uma onda e ainda sentia o sabor do chá na língua.
- Eh, não posso culpá-los. Aqui, nesta vila, a magia não é muito bem vista desde um…pequeno incidente.
- Incidente? De que está a falar?
Pelo olhar constragido da velha, Gali percebeu onde é que ela estava a chegar.
- Tem a haver com a nossa casa, não é? – Não houve resposta. O mesmo calor fazia-a ferver a cabeça, como se estivesse febril. – Diga-me: o que está a acontecer aos meus irmãos?
Jo continuou sem dizer nada e terminou o seu chá lentamente e pôs a chávena na bandeja enquanto Gali a olhava, confusa e desesperada por uma resposta.
Finalmente, a Jo soltou um suspiro solene antes de falar:
- O que aconteceu na vossa cada foi uma coisa terrível. Tão terrível que eu não sou capazde contar, é muito doloroso para mim.
- Por favor conte. – Suplicou. O chá quente, o aroma das plantas, o cheiro do mofo e da madeira queimada, tudo parecia dar-lhe tonturas; a testa escaldava enquanto falava. – Eu quero salvar os meus irmãos.
- A sério querida, não sou capaz de contar. Se quiseres saber o que aconteceu pergunta a outra pessoa da vila ou faz uma pesquisa. Não vai ser difícil encontrar a data deste acontecimento. – Agarrou na mão dela. Era áspera e enrugada por causa do trabalho árduo. – E se os queres tanto salvar, parte com eles para outro sítio, saiam daquela casa.
- Eu e nem nenhum dos meus irmãos nos vamos embora. Não temos para onde ir agora. E além disso, estamos à procura de alguém.
- Eu sei, eu sei que sim. Mas porquê? – Gali achou estranho que ela soubesse e mais uma vez perguntou-se que poderes ela tinha.
- A única pessoa que nos pode fazer regressar ao nosso lar.
- Interessante, deve ser muito poderoso para ser capaz disso. – Largou a mão dela e olhou-a nos olhos. – E acham que está aqui?
- Bem, sim.
- Lamento querida, mas ele não está. – Aquilo fez Gali abrir ainda mais os olhos. – A única aura mágica que senti foi a vossa e a da casa onde estão, mais ninguém. E nós só recebemos cá turistas que vêm e vão no mesmo dia. Tu e os teus irmãos foram os únicos que ficaram cá por muito tempo.
Aquela notícia para Gali foi como um golpe que a apanhou completamente desprevenida. Todo o tempo naquela vila tinha sido em vão afinal e ainda por cima estavam a ter problemas que não conseguia entender.
- Não há maneira de saber onde está? – Perguntou Gali.
- Nem eu com os meus poderes conseguiria fazer isso. Estou muito velha e ando a perder faculdades.
Gali ainda ficou de joelhos no chão, sem conseguir falar por uns minutos, era insuportável saber o que ela tinha revelado. E pior, tinha de ir contar os outros. Como é que ela conseguiria fazer isso? Tira-lhes a esperança que eles tinham posto naquela vila?
Mas de qualquer maneira, ela tinha de o fazer. Não tinha outra hipótese.
- Obrigada pela ajuda . – Disse Gali, levantando-se. – E também pelo chá.
- Tenho pena de não poder ajudar mais, mas não posso.
- Não faz mal, já ajudou muito. Obrigada.
- De nada. – Respondeu com uma vénia. O olhar curioso tinha voltado de repente. – Antes de voltares, podias mostrar o tipo de poder que tens? Eu sinto uma aura agradável e forte vinda de ti.
Gali aceitou e com um gesto com uma mão, uma fonte de água voou da ponta dos seus dedos e encheu o alguidar cheio de louça suja. Jo ficou maravilhada com o que acabou de ver.
- Ooooooh, que maravilha! Espíritos dos elementos, são muito raros de se ver! – Exclamou Jo, com um olhar espantado.Depois virou-se para ela. – Então boa sorte minha querida, e usa o colar que te dei.
O colar finalmente saiu do bolso de Gali, aguardando pela resposta a outra pergunta.
- Porque é que me deu o colar?
- É um amuleto especial. Com ele ao pescoço não tens de temer as trevas e as assombrações, porque não te irão conseguir tocar. – Fechou a mão dela sobre o amuleto com uma expressão preocupada. – Usa-o por favor. Com ele ficarás a salvo.
Gali viu o quanto ela se preocupava pela sua vida e por isso pô-lo ali mesmo com um sorriso que fez Jo ficar mais aliviada.
As duas mulheres fizeram as suas despedidas e separaram-se, cada uma com um peso nos ombros, difícil de aguentar.
- Boa sorte… - Disse a velha acariciando a cabela de Bórgia, sem conseguir parar de olhar para a jovem rapariga, Ainda estava muito preocupada com a sua vida. E no que tocasse a ela faria de tudo para que ela e os irmãos não tivessem um destino tão cruel como todos os outros que tinham vivido anteriormente naquela casa.

- O teu irmão parece tão forte com aqueles músculos todos. – Admirou Amélia, olhando para Onua. – Ele trabalhava num ginásio?
- Hmm, não. – Disse Lewa, confuso. Nunca tinha ouvido falar de ginásios e também não achava boa ideia perguntar. – Mas ele rápido-ajudava mat…amigos, nas minas.
- Minas?! Uau! Mas trabalhava lá ou só ajudava?
Ajudava. Ele salva-ajuda muitas pessoas. Até me salvou a mim. – Amélia olhava-o, preocupada com o que ele tinha dito.
- O que é que aconteceu?
- Estive muito doente. Foi ele que me curou.
- Isso é que é um verdadeiro amigo.
- Verdade. Foi um amigo-herói. – E apesar de nunca lhe ter dito isso ou sequer agradecido, Lewa tinha a certeza de que Onua sabia o quanto ele estava grato por o ter salvo nas piores situações das suas aventuras em Mata Nui.
- Nota-se o quanto tu o estimas. – Disse Amélia depois de um breve silêncio. Corava um bocado. – Tu gostas tanto dos teus irmãos e da tua irmã. E também és um grande grande amigo Dinarte.
- Obrigado Amélia. És também uma grande amiga para mim.
- A princípio pensou que era só o vento, mas o vento nunca alguma vez tinha soluçado. Só nessa altura reparou que a sua amiga estava quase a chorar.
- Que se passa?
- Oh, não é nada Dinarte, não é nada.
- A sério?
Sim, está tudo bem. É só que… - A preocupação dele tocava-a tanto que ela teve coragem de lhe acariciar o rosto dele, com um sorriso triste que metia pena a ele. – Tu pareces-te tanto com alguém que eu amava tanto…
- Quem? – Apesar de apanhado de surpresa com o que ela disse, ele gentilmente agarrou-lhe na mão e prendeu-a entre as suas. Nunca reparou que a pele dela era tão gelada.
- O meu noivo… - E não conseguiu falar mais, com as lágrimas a cobrir-lhe a cara e os soluços a fazerem-lhe nós na garganta. Lewa não tinha percebido e nem ia perguntar. Estava mais preocupado com a sua amiga.
De repente ela tirou a mão dentre as suas e abraçou de seguida, enroscando a cabeça no seu ombro. Ele não conseguiu fazer mais nada excepto abraçá-la também e deixá-la chorar à vontade. Nem conseguia dizer alguma coisa de tão embaraçado que estava.
E mais embaraçado ficou quando ouviu alguém a tossir de propósito ao pé deles. Takanuva nem se agunetou e soltou uma gargalhada enquanto que Onua bem tentava não se rir. Pewku era a única que não percebia o que se estava a passar mas resolveu não se aproximar dela. Era melhor.
Lewa corava muito com os olhares divertidos dos irmãos, mas não corava tanto como a Amélia, tão vermelha como um Ta-matoran. Timidamente, ela parou o abraço e baixou a cabeça, envergonhada como se tivesse sido apanhada em flagrante.
- Desculpa…
- Está tudo bem? – Perguntou Onua quando reparou nos olhos vermelhos, tal como Takanuva. – Estavas a chorar?
- Não, não, não, é que entrou-me uma coisa no olho. O Dinarte estava ajudar-me. – Explicou Amélia, fingindo um sorriso enquanto olhava para Lewa. Este fez um sorriso amarelo e um olhar de cúmplice que não enganava ninguém.
Noutra altura, Onua fazia mais perguntas mas tinha a certeza de que eram coisa entre os dois amigos e que não tinha de se meter entre eles.
Mas de qualquer maneira, Amélia já tinha limpo as lágrimas e recuperou o seu bom humor. O seu bom amigo foi um querido em consolá-la e ao abrir-se com um amigo parecia que se sentia mais leve, mais aliviada e muito feliz.
Agarrou no disco e com toda a força que tinha e a Pewku pronta para outra, atirou-o como quem atira a tristeza para longe.


Wink E ainda vem a próxima parte ^^; Nunca pensei que fosse tão grande...

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Ignika em Seg Dez 15, 2008 7:26 pm

parabens atrasados Wink
anyway, mais um fabuloso capitulo, espero ver o proximo daqui por pouco tempo, lol Smile

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Seg Dez 15, 2008 7:27 pm

6 - Parte 3


- Boa noite. – Cumprimentou Tahu assim quem entrou em casa; um hábito que começava a ter todos os dias.
Da sala ouviu-se Pohatu com o seu energético “Olá!” tal como Onua que apareceu de um corredor para o cumprimentar. Pewku apareceu por detrás dele e saltou para as escadas, seguido pelo Takanuva que também lhe deu as boas-vindas antes de continuar.
Tahu andava muito bem-disposto ultimamente e não se deixava incomodar por nada. Aliás, desde que arranjou um emprego que não tem pensado muito nas saudades que tinha, ainda que às vezes certas ecordações lhe vinham à cabeça como se estivesse a vivê-las naquele momento.
Uma coisa que ainda o incomodava era a busca pelo Brutaka. Ainda nenhum o tinha visto e ele, que também tem feito as suas buscas no seu tempo livre, não teve sorte nenhuma. Era isso e aquele ataque-surpresa pela janela. Tentara averiguar quem teria feito aquilo, mas tudo para ele levava a uma conclusão: Makuta, quem mais poderia ser?
Mas no fim, com o trabalho e também outras coisas, ele acabava por não pensar mais nessas coisas.
“Hm, cheira bem.” Como aquele aroma aliciante que vinha da cozinha.
O Toa do fogo esgueirou-se para dentro e encontrou Gali a cozinhar, muito concentrada no que estava a fazer. Demorou muito tempo até se aperceber que ele estava ali e quando o viu fez um olhar muito espantado.
- Ah, és tu. – Disse com um sorriso de alívio. – Desculpa irmão, nem reparei que tinhas chegado.
- Não faz mal. – Riu-se Tahu enquanto a via atarefada com a comida. – Tens sempre feito a comida para nós. Não sabia que sabias cozinhar. E bem.
- É fácil. – Ficou lisonjeada com aquele elogio. – É só seguir o livro, não é complicado.
E afastou-se para ir abrir uma das patreleiras à procura do sal. Divertia-se a ve-la tão ocupada. “Uma vida normal, conviver com os meus irmãos e ter aquelas refeições feitas por ela. Se calhar até me podia habituar a isto”, admitiu para si. E tinham mesmo um bom aspecto.
- Nu-uh, espera até à hora do jantar! – Repreendeu Gali suavemente enquanto voltava com o sal.
- Eu não estava a fazer nada irmã. – Disse Tahu, acordado dos seus pensamentos.
- Mas querias. – Brincou Gali. – A tua cara dizia tudo.
Ele franziu o sobrolho e observou a cozinhar. Estranhamente ela não parecia apenas ocupada, parecia estar noutro lugar distante a pensar noutras coisas que lhe tiravam o sorriso da cara num instante. Para ele era sinal que algo não estava bem.
- A tua cara também não esconde nada. Há alguma coisa que te está a pôr desanimada. – Respondeu Tahu. Gali teve um tremor quando ouviu o que ele disse. Teria sido assim tão óbvia? – Está tudo bem contigo?
- Sim Tahu, eu estou bem. – Disse, um bocado nervosa enquanto cozinhava. Não queria falar só com ele sobre aquilo, quando fosse contar seria com todos ao pé. Mas o olhar do Tahu, sério e desconfiado, punha-a mais nervosa. – Eu estou só um bocado cansada por causa do trabalho.
- De certeza?
- Sim. – Suspirou e olhou para ele mostrando uma expressão mais alegre e serena. – A sério? Não é nada.
- Está bem. – Aproximou-se dela e tocou-lhe no ombro com um sorriso. – Mas tu sabes que podes contar connosco Gali. Se tens algum problema podemos ajudar-te.
Era agradável para ela ouvir as palavras dele depois da dura verdade que aquela mulher lhe contou, era reconfortante e dava-lhe coragem. Afinal, teria de revelar tudo a eles o mais cedo possível, por mais doloroso que seria para eles quando souberem.
- Obrigada irmão. – Agradeceu Gali. Tahu ficou mais sossegado e ia a sair da cozinha quando Gali o chamou. – Podias chamar os outros? O jantar está quase pronto.
Com um aceno, Tahu foi à procura dos outros e avisava-os para irem para a mesa: Pohatu que estava no quintal, Onua dentro da sala e Takanuva e Lewa nos seus quartos; Assim que ele falava todos deixavam o que estavam a fazer e iam para a cozinha. Até Pewku ia lá abaixo enquanto seguia Takanuva.
Só Lewa não foi primeiro. Não respondeu e nem sequer abriu a porta. Bateu umas vezes nela mas deu em nada, nem um ruído vinha dentro do quarto.
“Que estranho.” Lewa costumava responder num instante, já para não dizer que ele nunca costumava ficar muito quieto e caladinho daquela maneira. Não era dele.
Algo lhe dizia que era melhor entrar e investigar. Mas assim que abriu a porta, sentindo o coração a saltar, recuou rapidamente para trás, arrependendo-se de o ter feito.
O que ele viu foi o seu irmão Lewa…..morto.
Era uma visão horrível: o corpo completamento coberto de cortes medonhos, e um grande no pescoço, a esvair-se em sangue. O seu corpo permanecia de pé, como se alguma força desconhecida o estivesse a segurar. O rosto desfigurado e pálido fixava os seus dois olhos no Tahu, vazios e sem vida.
“Isto não pode estar a acontecer”, era o único pensamento que conseguia ter. Não queria acreditar que um dos seus irmãos estivesse morto, era demasiado forte para ele.
E antes que pudesse reagir, num piscar de olhos, apareceu-lhe Lewa à frente, destav vez vivo e bem confuso.
- O que tens irmão? – Perguntou Lewa.
Aquilo era uma coisa que não se via todos os dias: Tahu, pálido como a parede em que se encostava e tão assustado que parecia ter visto um fantasma. – Estás bem?
Ainda demorou algum tempo a responder-lhe. Tentou acalmar-se, ainda que o coração batesse demasiado depressa para o controlar, pensando para si que era apenas uma ilusão; Finalmente endireitou-se e pôs uma cara séria. Tinha voltado a ser ele outra vez, excepto pela palidez ainda muito à vista.
- Hora de jantar. – Respondeu ele. Lewa estranhou o seu comportamento por não ter respondido à sua pergunta como esperava. Mas conhecia Tahu e pensou que era melhor não insistir. – O jantar está pronto.
Ele tentava esconder o pavor que sentia, mas não conseguia. Até a sua voz a tremer revelava o seu medo. E ficou aliviado por ver Lewa acenar e descer as escadas alegremente. “Ainda bem que está pronto, estou cheio de fome.”
Mas antes de descer, Tahu deixou-se ficar lá em cima a recuperar a sua postura enquanto que pensava racionalmente no que tinha acontecido. Verificou a porta uma ou duas vezes, mas nada acontecia e não havia nada que fosse anormal. E duvidava que fosse coisas da sua cabeça, jamais seria capaz de imaginar algo assim.
“Lewa, o que te está a acontecer?” Perguntou-se, preocupado. Era verdade que o jovem esprírito do ar estava mais cuidadoso desde a última vez que foi controlado por uma Krana, mas estaria ele em perigo mais uma vez, sem que nenhum deles reparasse?
A partir daquele momento decidiu que era melhor abrir os olhos e estar mais atento. Tahu, toa do fogo, não tinha dúvidas: alguma coisa andava atrás deles, à espera do momento para os apanhar. E ele nunca iria permitir que isso acontecesse.E finalmente desceu, mais calmo e ponderado.
O seu olhar cruzou-se com o de Kopaka quando este entrou em casa. Notou que o seu irmão parecia agitado e um bocado nervoso, e o seu olhar curioso causava desconforto no Tahu.
- Está tudo bem irmão? – A mesma pergunta que o incomodava tanto. Só que aquele olhar fazia pior.
- Claro. – E virou a cara para evitar aquele olhar. Alguma coisa nele parecia duvidar do que ele disse, mas nem fez questão de disfarçar. Queria era sentar e comer sossegado, mais tarde pensaria no que aconteceu outra vez.
Por uns segundos olhou para Lewa, à espera de outra surpresa. Mas era apenas ele, com a sua personalidade alegre a comer o jantar com os olhos.
- Kopaka, vieste a tempo. – Cumprimentou Gali com as suas calorosas boas-vindas enquanto punha a comida na mesa. – Venham, o jantar está pronto.
E com aquele jantar com um aspecto apetitoso, até Kopaka não recusou. E um a um se serviram sentados no seus lugares. Até Pewku mastigava gulosamento o seu jantar.
Gali tinha pena: aquele momento de união, em que podiam estar juntos a comer e a conversar. Só aquelas másnotícias poderiam estragar aquele momento. E apesar de saber disso não conseguia pensar noutra altura melhor. “Eles têm de saber o mais cedo possível.”, voltou a pensar.
Portanto, parou de comer e olhou para os seus irmãos, que quando a viram, deixaram de comer também. De certeza que com o ar tão solene que ela tinha, ela ia dizer algo importante.
- Irmãos, há uma coisa que tenho de vos dizer. – Começou, lentamente para se fazer entender. – É uma coisa muito decepcionante para nós, mas agora eu não vos vou contar. Prefiro que comam agora, depois eu digo.
- Mas o que é Gali? – Perguntou Pohatu, tão preocupado quanto os outros. – Agora preocupaste-nos a todos, diz por favor.
- Eu digo, mas primeiro comam o jantar, por favor. – E baixou,a cabeça, entristecendo-se por ter de contar aquilo, um cargo muito pesado para ela. – Não quero que recebam esta notícia de estômago vazio.
E apesar de o fazerem, a comida já não tinha o mesmo sabor delicioso que parecia ter.


Espero que tenham gostado Wink Mais virá em breve!

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Seg Dez 15, 2008 7:29 pm

Ignika escreveu:parabens atrasados Wink
anyway, mais um fabuloso capitulo, espero ver o proximo daqui por pouco tempo, lol Smile


Obrigada Very Happy Queres uma fatia de bolo?
Obrigada pelo comentário ;D Não te preocupes, em breve eu ponho o próximo. Aliás, estou quase a acabar.

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Ignika em Seg Dez 15, 2008 7:32 pm

Le-matoran girl escreveu:
Ignika escreveu:parabens atrasados Wink
anyway, mais um fabuloso capitulo, espero ver o proximo daqui por pouco tempo, lol Smile


Obrigada Very Happy Queres uma fatia de bolo?
Obrigada pelo comentário ;D Não te preocupes, em breve eu ponho o próximo. Aliás, estou quase a acabar.

nao obrigado, ja andei a comer Palitos de La Rene Razz
ok, sendo assim boa sorte Wink

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Seg Dez 15, 2008 7:35 pm

Ignika escreveu:
Le-matoran girl escreveu:
Ignika escreveu:parabens atrasados Wink
anyway, mais um fabuloso capitulo, espero ver o proximo daqui por pouco tempo, lol Smile


Obrigada Very Happy Queres uma fatia de bolo?
Obrigada pelo comentário ;D Não te preocupes, em breve eu ponho o próximo. Aliás, estou quase a acabar.

nao obrigado, ja andei a comer Palitos de La Rene Razz
ok, sendo assim boa sorte Wink

A sério? Boa. Ok, o bolo fica à espera entretanto.
Obrigada Very Happy

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por zsdiogo em Seg Dez 15, 2008 7:38 pm

ehehehe, eu tambem quero bolo! Porque e que so ela e que tem direito? Razz

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Seg Dez 15, 2008 7:40 pm

zsdiogo escreveu:ehehehe, eu tambem quero bolo! Porque e que so ela e que tem direito? Razz


Eu não sabia que querias Smile *corta uma fatia e dá a zsdiogo* Também queres um sumo? Tenho ice tea, coca-cola e fanta.

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Lhikan em Dom Dez 21, 2008 8:02 pm

Está fixe este capítulo, e bastante ENORME também Razz , achei piada à cena da velhota.... é impressão minha ou a casa dos toa está amaldiçoada Suspect ....... só pode não é Rolling Eyes

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Re: Uma casa "quase"perfeita

Mensagem por Le-matoran girl em Ter Dez 23, 2008 7:06 pm

Lhikan escreveu:Está fixe este capítulo, e bastante ENORME também Razz , achei piada à cena da velhota.... é impressão minha ou a casa dos toa está amaldiçoada Suspect ....... só pode não é Rolling Eyes


^^^: Pois, nem me dei conta. Eu até pensava que era pouco, vê lá. Pois, a Jo
é bastante inofensiva, mas ela vai ser uma bela ajuda Wink. Hmmm, é muito provavél, não é? Em breve verás!

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Re: Uma casa "quase"perfeita

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