O destino de Meson nui

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O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sex Jan 16, 2009 6:42 pm

Relembrando a primeira mensagem :




Olá Smile
Depois de ter cancelado a minha primeira fan-fic (sobre MOCs), irei introduzir neste tópico a minha segunda, que também irá se passar no universo onde reside a ilha de Meson nui. Antes de iniciar a história, vou introduzir os locais, personagens, facções e antes de tudo, um resumo que levará do passado ao presente daquele universo. Por isso, apresento-vos:

O DESTINO DE MESON NUI
A grande jornada parte 1


Conflito no sul do universo Matoran

No sul do universo Matoran, em ilhas bem distantes da região conhecida pelos Matorans, residiam duas civilizações imponentes, os Asergan, liderados por Thronix, e os Drakh, liderados por Lapolakh.
Os Asergan possuem estaturas diferentes (alguns anões, outros altos), porém todos são semelhantes aos Agori. Residiam na ilha de Neotrajus, que ás vezes era visitada pelo Makuta Bitil.
Na ilha vizinha, chamada de Morkoria, residia a espécie Drakh. Os Drakh eram compostos por uma união de "insectos" e materiais em decomposição. Se mantinham em suas formas humanóides pois usavam máscaras de gravidade (não como a Garai. Estas máscaras tinham formas diferentes), que atraíam os materiais que lhes formavam. Além disso, alguns implantavam em si mesmos partes mecânicas, tornando-se biomecânicos. Embora tivessem condições de vida difíceis, os Drakh eram muito orgulhosos, talvez por que não conhecessem outras espécies que tinham vida muito melhor do que a deles (por exemplo, Matoran e Asergan).

Ambas as civilizações só passaram a conhecer os Matoran através dos Makuta assignados para aquelas regiões. O Makuta de Morkoria era Makuta Apukon.
Em uma das visitas de Apukon, Apukon havia informado a um bando de Drakhs sobre as facilidades da vida dos Asergan, residentes da ilha vizinha.
Isso feriu um pouco o orgulho dos Drakh, e passaram a ficar curiosos sobre as outras civilizações.
Ao ser informado pelo bando, Lapolakh, líder dos Drakh, decide ir para a ilha de Neotrajus.

Lapolakh descobre que os Asergan possuiam seis máscaras com poderes elementares, e permitiam a adaptação dos Asergans a diversos ambientes, além de facilitar a fertilidade do terreno para apoiar a agricultura. Lapolakh então quis negociar as máscaras, mas Thronix, o rei Asergan, não aceitou nenhuma proposta, pois os Drakh não possuiam nada com aquele valor.
Lapolakh então decidiu lutar pelas máscaras através de torneios, competições entre Asergan e Drakh. Visto que não era uma guerra, Thronix aceitou. Para Thronix, a vitória de um Asergan representava sua hegemonia.
Drakhs foram enviados para Neotrajus, pois os Asergan negaram ir para Morkoria (ilha de ambiente muito hostil e sem recursos a oferecer).

Mesmo que não fosse a ilha natal dos Drakh, eles se destacaram em batalha, pois usavam suas máscaras de gravidade, não só para manter suas formas, mas para esquivar de golpes quando necessário, o que incrementava sua agilidade e velocidade. Além disso, eram capazes de abater os Asergan através da gravidade, jogando-os contra as paredes.

Em uma batalha decisiva, Lapolakh abateu o Asergan que possuia a máscara elementar do fogo, mas o Asergan negou lhe dar a máscara como premiação. Lapolakh quebrou a lei, e explodiu o Asergan com um campo gravitacional. Depois, pegou a máscara.
Os Asergan se revoltaram e negaram fornecer aos Drakh as outras máscaras.
Lapolakh, já usando a máscara de fogo, provocou uma erupção no vulcão da ilha, o que fez os Asergan fugiriem da superfície de sua própria ilha, pois nõ sobreviveriam com as cinzas vulcânicas e com o magma (os Drakhs, por outro lado, poderiam sobreviver nestas condições hostis).

Os Asergan se refugiaram debaixo d'água, mas não conseguiriam respirar lá por muito tempo. Mas um Asergan chamado Aporak explorou os recursos marinhos, e encontrou vermes chamados Kraatzoolus, que poderiam fornecer oxigênio aos Asergans se inseridos em suas partes mecânicas (Asergans são biomecânicos). Essa descoberta os mantiveram vivos.

Em tempos difíceis ainda, os Asergan lembraram-se de que Makuta Bitil (que visitava aquela ilha ás vezes) havia lhes dito sobre a existência de Toa, os heróis de uma espécie chamada Matoran. Na base dos Toa, criaram um ser biomecânico chamado Giglax (assim como Artakha fez os Toa Mata) e o equiparam com um capacete capaz de manipular ou gerar vácuo, extremamente poderoso.
Giglax foi enviado a superfície, e começou a desfazer os campos gravitacionais que mantinham os Drakh em seus corpos. Isso além de derrotá-los poderia tirar a máscara de fogo obtida por Lapolakh.

A batalha não foi muito longa pois os Drakh se separaram, o que deixou mais fácil os campos de vácuo manipulados por Giglax dissolverem os Drakh em insectos novamente.
Agora, com as seis máscaras novamente, e com os Drakh dissolvidos (o que deixaria muito tempo para retornarem a suas formas de novo), os Asergan pensaram em fugir da já arruinada ilha de Neotrajus.

Depois de reunirem os seus pertences e alimentos, os Asergan iriam partir para longe dali. Giglax havia poder de vácuo, e com isso sobreviveria no vácuo do espaço, por isso separou os Asergan e o que eles tinham para sobreviver num campo de vácuo junto com ar e então, junto aos Asergan, deixou o universo Matoran, partindo para outro universo.

NOTA: Em breve (porém sem tempo definido) farei a parte 2.
Espero que tenham gostado, e se tiverem comentários, sugestões ou críticas a fazer, postem aqui Smile


Última edição por Guiler717 em Sex Fev 13, 2009 2:18 am, editado 3 vez(es) (Razão : correções ortográficas e inclusão da imagem no topo da mensagem)

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sab Fev 21, 2009 12:37 am

O DESTINO DE MESON NUI
A colonização: parte 7


Caminho para Manglapronn

Toa Omega e Toa Gukoumatz estavam residindo temporariamente em Jahua Nui. Lá, uma ilha inóspita e hostil para os Matoran, aqueles Toa acreditavam encontrar ajuda de alguma maneira para partirem em busca do Toa Rakahu, ex-líder da equipe, que abandonou a equipe e estava indo para Manglapronn.

Omega e Gukoumatz adentraram a grande floresta e acharam um povoado de Huitzalox. A maioria dos Huitzalox reside em Jahua Nui, mas alguns deles trabalham para a secreta Mão do Aporak. Omega e Gukoumatz foram recebidos e perguntaram se algum deles conhecia Manglapronn, ou se algum deles havia visto o Toa de fogo Rakahu. Somente um dos Huitzalox daquela aldeia conhecia o caminho para Manglapronn.

O nome daquele Huitzalox era Lacertatl. Lacertatl era treinado por Huitzilopochtli, um experiente guerreiro Huitzalox, até que este se tornou agente da secreta Mão do Aporak. Lacertatl investigou o que ocorreu com Huitzilopochtli, acreditando que ele havia sido assassinado poir um bando de Brazakdi, mas ele logo descboriu a tão secreta organização. Lacertatl estava de certa forma indignado com Huitzilopochtli, pois a Mão do Aporak não se importava com os Huitzalox, e a Mão do Aporak ainda criava colônias na ilha de Jahua Nui.

Omega e Gukoumatz logo perceberam que Lacertatl sabia de muitras coisas, e tentaram convencê-lo de ajudá-los na jornada. Lacertatl aceitou a jornada sem querer nada em troca, ele vivia na selva, e não tinha nada além de armas, portanto não se importava com riquezas.

Omega, Gukoumatz e Lacertatl partiram para a costa norte da ilha, opnde encontraram um bando de Brazakdi. Os Brazakdi são como os Huitzalox exímios guerreiros, que já foram espécies rivais, mas com a vinda de agentes da Mão de Aporak para aquelas terras, estavam unificados. Portanto, deram passagem livre para os três.

Os três continuaram a sua jornada até que se depararam com um Matlocan chamado Xbalenque. Os Matlocan são a espécie nativa de Jahua Nui, viveram pacificamente até a chegada da Mão do Aporak, que unificou duas raças contra uma: os Matlocan.
Os Matlocan acreditavam que o universo em que residiam havia sido feito pelo grande espírito para eles, e isso ameaçava a hegemonia da Mão do Apoirak, que renomeu o universo e proclamou-o como "Universo Asergan". Embora fossem numerosos no passado, os Matlocan eram muito raros naquele tempo, só haviam poucas dúzias.

Xbalenque viu os três de cima de uma árvore e disse:
-Dois Toa e um Huitzalox caminhando por estas regiões? Estão tramando algo contra os poucos Matlocan que restam, e agora querem denominar este universo como pertencente a vocês?
Omega se virou para trás, e avistou o Matlocan
Lacertatl então disse:
-Não queremos lutar nem destruir a sua espécie. Estamos querendo achar um outro Toa que se perdeu além destas regiões
-É, não generalize os integrantes de determinadas espécies como se fossem uns iguais aos outros- disse Omega
-Tudo bem, podem passar!

Os três passaram e finalmente encontraram um pequeno barco. Levaram-no até a praia e remaram em direção á Manglapronn. Lacertatl não tinha nada a perder, para ele aquela jornada só lhe ajudaria a aprender mais, e isso é o que ele buscava: conhecimento.

O oseano estava calmo, mas era muito longo, passariam dias de viagem para chegar á ilha-fortaleza dos Murdika e encontrar o Toa de fogo perdido...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sab Fev 21, 2009 1:24 am

O DESTINO DE MESON NUI
A colonização: parte 8


Passagem por Iluvi Nui

Gukoumatz, Omega e Lacertatl estavam em um pequeno barco no meio de um vasto oceano, um barco frágil, mas não estavam com medo algum. De repente, as águas começaram a ficar mais movimentadas, a maré aumentou, e do oceano pulou um gigante ser marinho biomecânico.

Ele estava faminto e iria atacar os três navegantes. Omega tentou congelá-lo, e queria atacá-lo, mas Gukoumatz tentou evitar a morte dos três de um modo pacífico, sem ferir o gigante ser marinho. Gukoumatz usou seu poder de ar para fazer o barco flutuar em um nível muito acima d'água.

O ser biomecânico pulava da água mas não alcançava o barco, portanto ele desistiu. Gukoumatz sempre buscou estar mais ligado á natureza e viu a necessidade daquele ser marinho. Gukoumatz então pegou o pequeno estoque de alimento que Omega havia pego para a jornada e jogou no mar.

-O que é isso? Você está querendo ajudar aquele monstro? Tirando de nós o nosso alimento?- disse Omega
-Não é um monstro, é um ser marinho faminto. Não precisamos atacá-lo, ele só está faminto. Você gostaria de ser atacado só por que está com fome? Precisamos ver os pontos de vista dos outros- respondeu Gukoumatz
-Me desculpe, mas aquele ser tinha algum ponto de vista? Ele parecia agir por instinto, sem pensar- disse Omega
-Todos nós pensamos, só que alguns seres não se comunicam conosco, o que faz deles bem diferentes de nós. Tirando isso, são bem semelhantes, mas você não percebe isso.- disse Gukoumatz, quando ele perdeu energia elementar, e com os outros dois e o barco, caiu numa ilha desconhecida.

-Ughh... Onde estamos?- pergunta Lacertatl
-Não sei, como vou saber se foi algo tão de repente?- diz Omega
-Algo me diz que estamos em Iluvi Nui... Olhem para o horizonte! Manglapronn está mais perto do que imaginamos!- disse Gukoumatz

Os três caminharam pela ilha de Iluvi Nui, e estavam atentos para ver se Rakahu estava lá. Mas haviam vestígios de que ele estava muito á frente do caminho deles.
Para chegar ao outro lado da ilha, deviam passar por um grande lago de lava.
Não foi difícil passar por lá, já que Omega tem poder elementar de gelo. Ele fez uma ponte de gelo acima da lava, e passaram por lá. Mas o gelo foi derretido pelo calor da lava abaixo.

A ilha era quase inabitada, se não fosse por uns Rahi. Quando finalmente atravessaram a ilha, avistaram um barco próximo de Manglapronn, bem distante, no horizonte. Naquele barco estava o Toa Rakahu...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sab Fev 21, 2009 8:46 pm

O DESTINO DE MESON NUI
A colonização: parte 9


Prontos para a invasão

Gukoumatz e Omega já estavam fracos, gastaram grande parte das suas energias na jornada, mas eles viam claramente que havia um Toa em cima daquele barco distante.
Lacertatl saiu nadando em direção ao barco, como se não temesse nada, e do de repente vieram flechas de fogo em sua direção. Lacertatl mergulhou, mas não era capaz de ficar debaixo d'água por muito tempo, por isso ele se desesperou, mas como todos os outros Huitzalox, era extremamente veloz, seja em água ou na terra.

Lacertatl alcançou o barco, e os dois Toa o avistaram:
-Olhe! Ele elcançou o barco!- disse Omega
-Devemos ajudá-lo?- perguntou Gukoumatz
-Não, se ele contar a Rakahu de que estamos em busca dele, o Rakahu deve refletir e reconhecer de que ele não pode derrotar os Murdika sozinho- disse Omega

Os Toa observavam de longe, até que Lacertatl viu que o barqueiro não era Rakahu, mas sim, um Skakdichamado Drakulard.
-O que? Um Huitzalox? O que pensa que está fazendo nas redondezas desta ilha?- pergunta Drakulard enquanto apontava seu atirador de esferas para o confuso Huitzalox

Lacertatl nada fala, pois não entendia o que se passava. Mesmo assim, é golpeado pelo Skakdi. Lacertatl cai na água inconsciente, e os Toa vêem aquilo. Ainda pensavam que era Rakahu, portanto correram até o mar e usaram as suas energias para alcançar o barco já distante.
Chegaram ao barco, mas com o impacto de sua chegada, o barco se quebrou e foi ao fundo.

Gukoumatz viu o Skakdi e acreditou que haviam mergulhado em uma armadilha, logo vieram várias esferas de fogo em sua direção, esferas atiradas pelos Murdika da ilha.
Os Toa pegaram o Huitzalox e nadaram, até encontrarem um esconderijo abaixo da ilha, uma caverna por ondenão entrava água.

-E agora, que planos é que temos?- pergunta Omega
-Não sei irmão, só sei que o nosso irmão Rakahu está em apuros!- disse Gukoumatz, carregando o inconsciente Lacertatl.
Ficaran quietos por uns segundos, pensando no próximo passo de seu plano já equivocado, até que ouvem uma voz vinda das profundidades da caverna:
-Decidiram se unir á mim? Ótimo, amigos. Eu sozinho posso derrotar estes inimigos, só espero que em grupo meu potencial não seja impedido de agir!

-Rakahu!- responde Omega, ao ouvir a inconfundível voz do Toa de fogo
-Isso mesmo, sou eu. E eu sei como invadir a base dos Murdika- disse Rakahu
-Olha, somos poucos, e não precisamos atacar estes Murdika! Precisamos fazer um acordo, um pacto de não-agressão! Só assim é que realmente resolvemos as coisas!- disse Gukoumatz
-Um pacto de não-agressão não resolve nada, lutar é o único meio! Se vencermos, os Matoran viverão em paz!- disse Rakahu
-E os Murdika não. Isso é, se vencermos. Mas e se lutarmos e perdermos?- disse Gukoumatz
-Oras, sempre observando o ponto de vista do inimigo, não? Eu acredito que nós somos capazes de vencê-los, portanto, devemos lutar! Sigam-me se quiserem!- disse Rakahu, que logo se dirigiu para uma escadaria, que levaria até a base dos Murdika.

Omega não hesitou também, e Gukoumatz não viu escolha a não ser seguir os seus irmãos. Mas seriam mesmo capazes de derrotar os Murdika?
...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sab Fev 21, 2009 10:24 pm

O DESTINO DE MESON NUI
A colonização: parte 10


Falha

Lacertatl acordou, e viu que estava sendo levado por Gukoumatz:
-Oras, o que houve? Eu só me lembro de ter visto um ser biomecânico! Mas depois...- disse o Huitzalox
-Você foi acertado, mas nós o resgatamos. Mesmo assim, não pense que estamos seguros- disse Gukoumatz, logo ao soltá-lo ao chão
-Estamos dentro da base dos Murdika!- disse o Huitzalox
-Sim, como podes ver- disse Omega

Os quatro então foram a um corredor, onde encontraram dois Skakdi: Veltrox e Infektann. Logo ao avistarem os invasores, os Skakdi pensaram em acionar o sinal de alerta, mas pensaram de novo, e concluiram de que se eles capturassem os quatro sozinhos, sem ajuda de outros, poderiam ser recompansados pelo seu líder. Então, os Skakdi partiram para o ataque.

Rakahu acertou-os com rajadas de fogo e continuou o seu caminho, deixando os seus três companheiros para trás. Mas os Skakdi eram imunes ao fogo, portanto continuavam páreos na batalha. Omega abandonou os outros dois e seguiu Rakahu, portanto os dois Skakdi travaram um conflito contra Lacertatl e Gukoumatz.

Rakahu estava ligeiramente á frente de Omega no caminho, mas Omega o avistava.
Rakahu subiu ao topo de uma torre, e ele acreditava que havia chego até onde estava Lapolakh. Omega viu Rakahu e gritou, para chamá-lo:
-Rakahu! Tem certeza de que nós podemos derrotá-lo?
-Sim! Pelo que eu sei, ele não é tão biomecânico quanto nós!
-Isso é tudo o que você sabe?
-Acredite em mim!- disse Rakahu, logo depois que ele pulou para uma outra torre

Omega tentou segui-lo, mas foi interrompido por uma horda de Fenrakks invocados pelos Murdika. Omega não era páreo para todos, mas ele não via saída a não ser lutar.

Enquanto isso, Veltrox e Infektann estavam ganhando a batalha, a energia elementar de Gukoumatz já estava escassa, e Lacertatl tinha habilidades, mas não poder, o que lhe tornava fraco em relação aos seus oponentes.
Em meio ao conflito, Gukoumatz disse:
-Vamos abandonar esta luta! Vamos resgatar os outros dois Toa!
Lacertatl concordou, ele não era páreo para os Murdika.

Os dois correram em direção á torre onde estava Rakahu, mas foram acertados por uma armadilha, um aríete dos Murdika do de repente lhes empurrou ao mar. Gukoumatz se salvou e usou poder elementar do ar para levitar sobre a água, mas Lacertatl afundou no oceano. Gukoumatz acreditou que ele estava morto.

Omega viu Gukoumatz próximo de cair no oceano, mas não foi capaz de ajudá-lo. Gukoumatz teve de sair, ele devia fugir o mais rápido possível se quisesse viver.
Gukoumatz nunca foi egoísta, pelo contrário, mas ele teve de ser: abandonou os seus comapnheiros, e ao achar um barco, remou em direção á Iluvi Nui, para voltar até Meson nui e reportar a falha da missão.

Omega estava em apuros, os Fenrakks devoravam seus braços e atacavam as suas pernas, mas ele resistia. Até que ele caiu da fortaleza e se jogou ao oceano -aquela queda foi inevitável, os Fenrakks lhe empurraram- , tendo senão o mesmo destino do pobre Lacertatl.

Rakahu era o único que não foi detido em combate. Por hora. Ele encontrou a sala onde estava Lapolakh. Lapolakh não estava poderoso como outrora, no universo Matoran, mas ele o seria em breve. Rakahu possuia algo que Lapolakh já usou algum dia: a máscara de fogo forjada pelos Asergan no universo Matoran. Aquela poderia ser a arma final de Lapolakh, e Rakahu a trouxe para ele, sem saber.
Mesmo estando com o corpo incompleto, Lapolakh era o mais poderoso de todos os Drakh, e estava prestes a provar que ops Toa não são os seres mais poderosos naquele universo.

Rakahu não chegou a lutar com o líder dos Murdika, ele foi antes derrubado por Vortixx, Skakdi, Visorak e Fenrakk que residiam em Manglapronn. Mas Lapolakh poupou Rakahu da morte, ele lhe seria útil.

Dias depois, Gukoumatz chegou em Meson Nui e informou aos seus parceiros que estavam sãos: Hunapu e Aquaex, o ocorrido. Para manter os Matoran de lá em paz, decidiram não contar o que houve. A partir daí, os três Toa iriam procurar pistas sobre o desaparecimento do Toa Tupak (Toa de terra) em Meson nui. Mas todos eles iriam cair, até que uma nova era iria surgir...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sab Fev 21, 2009 11:14 pm

Acabei finalmente o capítulo 2 (que possui 10 partes) Smile e agora irei introduzir o próximo capítulo com os Maverak, uma elite de agentes/guerreiros da ordem de Apukon. Leiam! Smile

O DESTINO DE MESON NUI
Uma nova era: parte 1

Surgem os Maverak


Na distante ilha de Isengel, estava havendo uma reunião de agentes da Ordem de Apukon. Os agentes que participavam estavam convocando mais aliados, e eles tinham em mente criar uma liga especial dentro de sua organização.
Tizkhan e Phantorax eram Xcoa, seres orgânicos criados por Makuta Apukon, mas eles já estavam bem diferentes de suas formas originais.
Em uma missão, os dois caíram em um poço de mutagen, e haviam se tornado biomecânicos, mas além disso, ganharam mais habilidades.

Naquele dia, Tizkhan e Phantorax é quem estavam organizando a reunião. Na reunião estavam presentes vários ex-aliados de outras organizações, e o que os dois queriam é que estes ex-aliados se tornassem agentes da Ordem de Apukon.

Estes "ex-aliados" são quatro seres de raças distintas, que foram expulsos da organização para que trabalhavam ou foram expulsos da sociedade por vários motivos, como quebra da lei.
Malvek é um Skakdi que já pertenceu á liga Murdika, mas foi expulso por Lapolakh por que ele estava secretamente roubando os recursos de uma ilha até então desconhecida pelos outros membros de sua organização.
Hattus é um Asergan que residia em Tlatok, mas foi expulso da sociedade por ter assassinado um matoran que havia entrado na ilha.
Enigma é um Vortixx que abandonou a liga Murdika depois de que Lapolakh tomou o domínio da liga.
Phearox é um "Steltian" que entrou no universo de forma desconhecida, mas desde cedo ele foi responsável por ataques á Tlatok, aos Asergan e Matoran.

A reunião estava sendo observada por Apukon através de suas sombras, e os quatro "foras-da-lei" não tinham escolha a não ser aceitar trabalhar para a Ordem de Apukon. A partir daí, iria surgir a unidade de guerreiros Maverak, uma elite dentro da Ordem de Apukon.

Mesmo assim, Apukon não aceitaria que os quatro ficassem iguais ás suas formas originais, por isso, ele ordenou que fossem mutados por Mutagen. Depois de mutados, eles e os dois Xcoa fecharam a reunião. Tropas de Xcoa ficaram em Isengel extraindo recursos da ilha, e os seis Maverak foram para Topakhon, a base da Ordem de Apukon.

Mais tarde, Apukon apontou o verdadeiro objetivo daquela elite de seis guerreiros: conquistar a ilha de Meson nui...

NOTA: Em breve farei a parte 2 (esta parte foi bem pequena, só para introduzir os Maverak)! Comentem!

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Toa Union em Qua Fev 25, 2009 1:55 am

Eu gostei muito, Guilher

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por matheus em Qua Fev 25, 2009 2:09 am

otima

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Qua Fev 25, 2009 2:14 am

Obrigado Wink

O DESTINO DE MESON NUI
Uma nova era: parte 2

O fim dos Toa


Gukoumatz, Toa de ar, Aquaex, Toa de água, e Hunapu, Toa da pedra, eram os três Toa que restaram em Meson nui. Os Matoran que lá viviam não veneravam Mata Nui e não conheciam as 3 virtudes, mas de uma coisa eles tinham certeza: Os Toa estavam lá para protegê-los.

Embora os Matoran já tivessem colonizado grande parte da ilha, a ilha não pertencia somente a aquela sociedade, haviam Asergans residindo na província de Ta-Meson e Xcoa invasores em Onu-Meson. Os Xcoa, ao chegarem, causaram desaparecimento de quase todos os Onu-Matorans que lá residiam, e eram também responsáveis pelo desaparecimento do Toa Tupak. Depois da invasão, os Xcoa se limitaram ás fronteiras de Onu-Meson e não influenciaram ou foram influenciados pela sociedade Matoran ou Asergan. Estavam á espera de que chegassem os Maverak.

Hunapu e Aquaex estavam decididos a investigar o desaparecimento de Tupak, por isso foram até Onu-Meson, residência de uma pequena sociedade Xcoa derivada da ilha de Topakhon. Enquanto isso, Gukoumatz ficaria responsável pela segurança dos Matoran em Ga-Meson, Ko-Meson e Le-Meson.

Todavia, o próprio Gukoumatz recusou-se a ter a proteção dos Matoran como obrigação e dever, e em anos á frente ele abandonou a ilha de Meson nui, se dirigiu até a ilha de Jahua Nui, onde a natureza ainda não havia sido tocada pela sociedade Matoran.

Hunapu e Aquaex não foram bem recebidos em Onu-Meson, e decidiram invadir a sociedade dos Xcoa á força para descobrir o desaparecimento de seu irmão Tupak. Logo chegaram os Maverak, a "elite de Xcoa", segundo Apukon, e eles expulsaram os dois Toa de lá. Agora, com a chegada dos Maverak, os Xcoa iriam expandir o seu território para além de Onu-Meson.

Sabendo disso, Hunapu e Aquaex, como os únicos dois Toa da ilha, pretendiam de algum modo fazer uma frente á expansão do inimigo, que ameaçava a existência da sociedade matoran ali presente.

Mais tarde, chegaram tropas de Skakdi e Visorak provenientes da liga Murdika, da distante ilha de Manglapronn, que tomaram a região de Po-Meson, e passaram a atacar os Matorans nas fronteiras das províncias.

Dois Toa não eram suficiente, e além de haverem revoltas contra eles pelos próprios Matoran, Hunapu e Aquaex decidiram abandonar a ilha. Hunapu abandonou a ilha, mas Aquaex teve outro plano: para não impedir o surgimento de Toa depois daquela equipe, Aquaex criaria Toa stones, e estas pedras iriam conter a energia de Toa de Aquaex -mas Aquaex iria usar todo o seu poder, ou seja, tornaria-se Turaga-.

Os Matoran passaram cinco anos sem mais nenhum Toa, até que as pedras de Toa feitas por Aquaex foram encontradas por seis Toa que mudariam todo o cenário da sociedade Matoran e da ilha de Meson nui...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sex Mar 06, 2009 1:05 am

O DESTINO DE MESON NUI
Uma nova era: parte 3

Em busca de heróis


Um barco de Matorans estava saindo de Meson nui á procura de uma outra ilha, ou de um lugar onde pudessem existir mais Toa. O fim da primeira equipe de Toa de Meson nui havia abalado alguns Matoran, mas ao mesmo tempo lhes fez refletir: será que os Toa estão realmente predestinados a proteger os Matoran?
No caso daquela equipe já desfeita, o objetivo deles era inicialmente proteger os Asergan de Tlatok -e não os Matoran de Meson nui- mas nem eles sabiam disso.

Mesmo assim, os Matoran deviam se preocupar com mais coisas. Ta-Meson era habitada por um vilarejo independente de Asergan, Ko-Meson fora invadida por Skakdi e Visorak, agentes da liga Murdika, e Onu Meson era uma base de Xcoa, liderados pelos quatro guerreiros Maverak, agentes da Ordem de Apukon.
Todas aquelas províncias já não eram totalmente pertencentes aos Matoran como outrora, e aquilo indicava uma nova era.

Enfim, os Matoran a bordo daquele barco viajavam por algum lugar que nem mesmo eles sabiam onde era. Só estavam á procura de uma coisa: Toa, que na sua linguagem significa herói. Como abandonaram o universo Matoran a um século, já não possuiam crenças em Mata Nui e nas 3 virtudes, mas mantinham uma tradição: considerar os Toa como heróis.

Os Matoran eram uma liga de sete, um de cada elemento e um a mais de gelo, que estava lá só para reportar. Eram Gripah, matoran de terra; Prewa, matoran de água, Rasupp, matoran de terra; Lume, matoran de ar; Araon, matoran de gelo; Haajon, matoran de fogo; e Suleos, o matoran de gelo que reportaria os fatos daquela jornada.

Aquela equipe de Matorans se ofereceu para aquela jornada, e partiram. A sociedade de Matorans de Meson nui não possuiam líderes, os matorans das províncias trabalhavam por eles mesmos, mas não se sentiam tão seguros naquelas situações. Observando esta situação, Suleos, um Ko-matoran, agrupou esta equipe e todos decidiram que deviam fazer o melhor pela sociedade Matoran: buscar por novos Toa.

Esta equipe partiu para a ilha mais próxima em direção ao oeste: a ilha de Draxal, primeiro lugar daquele universo onde os Matoran haviam chego, e uma abandonada base da Mão do Aporak.

Como a ilha é abandonada e cheia de pedregulhos, é um ambiente hostil. Gripah, Haajon e Prewa foram investigar a região sul ilha enquanto Araon, Lume, Rasupp e Suleos foram ao norte.
Gripah estava caminhando sem observar por onde andava até que ele caiu de um penhasco que se abriu do de repente. Prewa ficou desesperada ao ver aquilo, mas Haajon não estava amedrontado. Aquele "penhasco" que se abriu no cjhão do de repente era nada além de um teto de uma antiga base de pesquisas da Mão do Aporak. É claro que nenhum Matoran de Meson nui possuia conhecimento sobre esta ordem secreta, mas Haajon via claramente que aquilo era um teto.
Então, Prewa e Haajon desceram até encontrarem Gripah.

Gripah nem se feriu, mas estava bem assustado.
Aquela base era muito vasta e muito antiga, a impressão que eles tinham é de que o teto iria desabar a qualquer hora. Mas como haviam surgido pedras acima daquela base? Como as pédras tomaram toda a ilha?

No norte da ilha, Rasupp descobriu isso de um jeito ruim: Aquele emaranhado de pedras não são simples pedras, fazem parte de um estranho ser vivo que devora ilhas e formações continentais! E ele estava prestes a destruir aquela ilha, com os Matoran dentro de lá...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por matheus em Sex Mar 06, 2009 6:52 pm

adorei tudo principalmente o nrgocio das pedras

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Sex Mar 06, 2009 8:55 pm

Obrigado Wink

O DESTINO DE MESON NUI
Uma nova era: parte 4

"Toa Avohkii"


Na hostil ilha de Draxal, sete Matorans buscavam por Toa.
Rasupp, Araon, Lume e Suleos estavam em apuros com a recém descoberta de que a ilha estava prestes a ser destruída por um ser gigantesco feito de rochas.
-Oh, se eu fosse um Toa eu poderia deter este monstro, mas como não sou pale não faço idéia do que fazer- disse Rasupp, que é um Po-Matoran
-Vamos lutar!- disse Araon, que embora fosse corajoso, não sabia como poderiam se safar daquela situação
-Tenho um plano melhor! Vamos atacar este ser pelo seu suporte, abaixo da ilha, aí ele poderá cair no mar!- disse Suleos
-Mas a ilha não seria levada junto á ele?- perguntou Lume
-Pensem depois! Corram!- disse Rasupp ao ver que a criatura estava se aproximando cada vez mais e mais dos matoran.

Enquanto os quatro fugiam, no outro lado da ilha, e debaixo da terra, outros três matoran estavam investigando pátios secretos.
Haajon, Prewa e Gripah eram Matorans corajosos, e estavam determinados a encontrar Toa naquela ilha.

-Olhem! Está escrito algo nestes pilares em uma linguagem muito estranha!- disse Gripah, ao observar pela primeira vez hieróglifos do povo Asergan
-É pena que não entendemos nada, senão poderia nos ajudar!- comentou Prewa
-Na verdade, há uma palavra que entendemos bem: TOA, escrito na linguagem Matoran- observou Haajon
-TOA! Onde podemos encontrá-los?- pergunta Gripah
-Não devem estar tão distantes, sugiro que devemos ir rumo ao oeste!- disse Haajon, e assim fizeram.

Se depararam com túneis, e chegaram a uma sala abaixo de onde estavam os outros quatro Matorans.
No nível acima, os Matoran tentavam jogar pedras naquela criatura, mas de nada adiantava. Até que o piso caiu, e os sete se encontraram.
-Oh... onde estou? - pergunta Rasupp
-Entre amigos! Laughing - diz Gripah
-Gripah! Haajon! Prewa! Estão todos aqui!- diz Rasupp
-O que houve? Suspect - pergunta Araon desconfiado
-O teto, quer dizer, o chão onde vocês estavam desabou- disse Haajon
-Isso é culpa daquele gigante monstro de rocha!- disse Lume
-Por isso precisamos detê-lo, acredito que estamos perto disso- disse Suleos

Os sete se reagruprama e seguiram uns túneis iluminados. Existiam várias vias escuras subterrâneas, mas seguiram só as vias iluminadas por algo, até que encontraram um vilarejo com pouquíssimos habitantes, que também eram Matorans.
-Matoran de Draxal! Dêem boas-vindas aos Matoran de Meson Nui!- disse Haajon para aquele povoado
-Nós estamos á procura de Toa. Se há algum Toa aqui, nós convidamos vocês para deixarem esta ilha e nos seguirem para a nossa ilha, Meson Nui- disse Suleos
-Não temos Toa, caiam fora!- disse um Matoran do vilarejo

Suleos pensou em convencâ-los de algum modo, mas ele viu á sua frente uma horrível criatura: Callux!
Callux foi um Matoran de luz que serviu de cobaia para experimentos da Liga Murdika. Ele estava com sete pedras de Toa (Toa Stones) que ele encontrou no universo Matoran, e ele planejava levar tais pedras a seu mestre.
Mas Callux estava muito distante dos outro Murdika.

Os sete matoran de Meson nui não sabiam que o Callux possuia aquelas pedras, mas a horrível aparência de Callux já fez com que os Matoran pensassem que ele era um inimigo.
-Ser chamo Callux! Saiam de ilha!- disse Callux (a linguagem dele não é mais desenvolvida, já que ele foi transformado em uma criatura bestial pelos Murdika) para os Matoran
-Não sairemos daqui sem Toa!- disse Araon, apontando a espada que ele havia levado em direção á face de Callux.
Callux lhe deu um chute e saiu voando com as suas asas. Os Matoran do vilarejo observavam espantados aquele conflito, até que Suleos notou que Callux estava carregando pedras de Toa.

Suleos não pensou duas vezes e atacou Callux com um ceptro que ele havia trazido. Callux foi acertado, e então deixou cair as pedras de Toa.
Suleos observou bem as sete pedras e viu que uma era de um elemento especial...
Sem pensar duas vezes, ele pegou a pedra e se dirigiu para um pequeno altar naquele vilarejo. Ao colocar a pedra em uma fenda, Suleos recebeu a energia da pedra.

Aos poucos, os outros seis foram chegando com as outras pedras e estavam se tornando o que eles buscavam: Toa!
Callux havia falhado naquela missão, e então, ele fugiu da ilha se lamentando.
Os matorans daquele vilarejo contemplavam aquele poder, até que Suleos encontrou o seu passado: Ele nunca foi um Ko-Matoran, realmente, mas sim um Av-Matoran.
Aqueles sete haviam se tornado a nova equipe de Toa de Meson Nui: Os Toa Avohkii!

Mas só aquela apresentação não seria o suficiente para torná-los Toa, os matoran de Draxal exigiram deles ajuda para derrotar aquele monstro de rocha. Embora os novos Toa não pudessem controlar seus poderes tão bem, estavam todos confiantes e foram atacar aquela criatura. A luta foi rápida, o poder sobre os elementos foram suficientes para abalar a criatura e jogá-la no mar.

Com aqueles Matoran salvos, os Toa Avohkii partiram de volta para Meson Nui, com a finalidade de expulsar os povoados não-Matoran de lá...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por matheus em Sab Mar 07, 2009 12:13 am

affraid impresionantw affraid What a Face Like a Star @ heaven Like a Star @ heaven cheers santa

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Seg Mar 09, 2009 1:43 am

O DESTINO DE MESON NUI
Uma nova era: parte 5

Evacuando os invasores


Os Toa Avohkii chegaram até Meson Nui e foram recebidos pelos Matoran como Toa. Mesmo assim, eles deveriam provar a eles que eram realmente Toa, não só em forma física, mas em espírito. "Um verdadeiro Toa protege os Matoran", diziam.

Suleos, Toa de luz, foi intitulado como o líder da equipe, pois o seu elemento era até então exclusivo e de certa forma representava esperança aos Matoran que cada vez mais viam sua sociedade diminuir com a expansão de outras raças em Meson nui.

Como líder, Suleos teria de tomar as medidas da equipe, que mudaria o destino de Meson nui. Os sete Toa iriam atacar primeiro as fortificações da até então misteriosa Ordem de Apukon ao leste, em Onu Meson.
Onu Meson é uma província muito povoada e poluída, porém desenvolvida tecnológicamente, por ser uma metrópole destinada a servir como fábrica de armas para os agentes da Ordem de Apukon. Aos poucos os Onu Matoran de Meson nui foram expulsos pela Ordem, mas os Toa garantiam-lhes de que teriam seu lar de volta.

Os Toa Avohkii eram dotados de grande poder elementar, não tanto quanto a primeira equipe de Toa, mas cada um possuia elementos secundários. Antes de qualquer ataque aos seus inimigos, Suleos exigiu dos Matoran o que eles tinham de tecnologia, pois ele pretendia criar para sua equipe armaduras adaptáveis.
Os Matoran foram um pouco contra isso no início, mas aceitaram a proposta, aliás, os Toa iriam ajudá-los.

Finalmente foram criadas as armaduras adaptáveis, e os Toa Avohkii acreditavam estar poderosos o suficiente para derrotar exércitos.
Mas não eram tão poderosos, para atacarem os agentes da Ordem de Apukon em Onu Meson precisaram de ajuda: um exército de quase mil Matoran e quase mil Rahi.
Em dois dias os agentes da Ordem lutaram, mas no terceiro desaparecera, sem deixar rastro. Pelo que parece, tinham outro objetivo secreto lá, e haviam o cumprido.

Os Toa aproveitaram as edificações de Onu Meson já feitas pela Ordem de Apukon, e nenhum Onu Matoran precisaria construir uma nova cidade. Habitariam naquela metrópole industrial.

O próximo passo dos Toa seria contra as fortificações dos Skakdi e Visorak em Ko Meson. A província não estava tão diferente de quando era habitada por só Matorans, a única diferença era senão um ninho de Visorak, e acampamentos dos Skakdi.
Estavam explorando minérios e os levavam até a base da Liga Murdika, organização em que trabalhavam.
Os Toa Avohkii atacaram o ninho de Visorak com aquele mesmo exército e em cerca de uma semana os expulsaram, mas não conseguiram retirar os Skakdi de lá.
Em um dia que a comunidade Skakdi de Meson Nui se dirigiu ao porto de Ga-Meson, os Toa Avohkii atacaram as suas fortificações em Ko-Meson, o que forçou os Skakdi a se retirarem.

Com a expansão da sociedade Matoran em Meson nui retornando aos poucos, os Toa Avohkii propuseram uma reforma em toda a ilha...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guilherme em Seg Mar 09, 2009 1:57 am

ta muito boa guiler

NOTE: Queres meter os meus MOCs na tua historia Very Happy

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Ter Mar 10, 2009 12:35 am

bionicle gresh escreveu:ta muito boa guiler

NOTE: Queres meter os meus MOCs na tua historia Very Happy

Obrigado Smile
E não sei, talvez eu coloque, mas só a uns dois capítulos á frente, ainda tenho de pensar na continuação.

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guilherme em Ter Mar 10, 2009 1:22 am

thanks

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Luminax em Ter Mar 10, 2009 2:17 am

até agora estou a gostar dos capítulos

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Seg Mar 16, 2009 10:40 pm

O DESTINO DE MESON NUI
Uma nova era: parte 6

A reforma


O cenário em Meson Nui era de reforma: Depois de que os Matoran se tornaram a única sociedade residente de toda a ilha, os Toa Avohkii se sentiram grandes heróis e grandes líderes. Por isso decidiram que iriam ser os eternos líderes de Meson Nui.
Como não existia Turaga conhecido por Matorans, a sociedade não discordou desta medida. Ainda mais por que Toa Suleos, o líder da equipe, era o primeiro Toa de luz que alguma vez já viram.

A reforma iria mudar o estilo de vida dos Matoran, e alguns seriam beneficiados. Le-Meson havia se tornado uma província feudal, Lume, Toa do ar, era o senhor daquelas terras, e os Matoran criavam substâncias como protodermis para sustentar a ilha.

Onu-Meson era uma metrópole em ruínas. A metrópole havia sido construída pelos agentes da Ordem de Apukon que haviam se fixado lá no passado, mas por ordem dos Toa Avohkii qualquer sinal da Ordem de Apukon deveria ser apagado. Gripah, Toa de terra, logo se apoderou de tal província, onde os Matoran trabalhavam minerando (trabalho difícil, mineravam em meio a ruínas de uma metrópole outrora imponente e poluente).

Ko-Meson é um lugar frio, onde os Matoran, liderados por Toa Araon extraem o que podem dos recursos naturais, como as árvores biomecânicas.

Ga-Meson é um lugar sem desenvolvimento da sociedade a partir daí, foi esquecido pelos Toa Avohki, e a Toa da água, Prewa, se dirigiu para Onu-Meson. As Ga-Matoran então, ou saíram daquela província em direção ás outras ou ficaram por lá sem altos recursos de sobrevivência.

Ta-Meson se tornou um distrito de ferreiros e que servia para treinos de batalhas. Toa Haajon havia se tornado o líder de tal distrito.

Po-Meson se tornou nada além de um deserto onde residiam Matorans escultores obrigados a trabalhar. Toa Rasupp era o comandante daquela região.

Toa Suleos estava acima de todos os outros, e foi entitulado pela sua equipe como rei de Meson nui. Os Matoran não reagiram a aquilo e ainda o entitularam de herói dos Matoran.

Suleos era um dos poucos Matoran (naquela época, já era um Toa, ou seja, o único) de luz residentes de Meson Nui, e ele era senão o único com conhecimento sobre Mata Nui e as três virtudes. Analisando bem a situação da ilha de Meson Nui, ele conclui que seria interessante que ele aplicasse as três virtudes e o conto de Mata Nui aos Matoran.

Aos poucos, Meson Nui havia se tornado uma espécie de "Metru Nui de outro universo", informações sobre Mata Nui eram passadas durante o reinado de Suleos. Ou seja, os Matoran cada vez mais viam o trabalho duro como necessário, e passaram a venerar Mata Nui -e Suleos, conhecido a partir daí como mensageiro de Mata Nui-.

Qualquer raça não-Matoran durante o reinado de Suleos deveria ficar fora de Meson Nui se não quisesse arriscar a sua vida. Durante cerca de dez anos Meson Nui foi crescendo sob o reinado de Suleos até que ele finalmente decidiu expandir o seu império "Em nome de Mata Nui, pelos Matoran"...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Lumix em Sab Jan 02, 2010 2:06 am

Guiller717, porque não continuas a história, eu estava a gostar muito Very Happy

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por tnccs em Sex Jan 15, 2010 12:31 am

bastante boa a história Wink .mmmmhhhhh...acho que soleos está a distorcer um pouco a imagem de mata nui para o usar como desculpa para actos que de outro modo não faria (um pouco como os padres do renascimento, que intrepretavam a bíblia de forma "x", obstruindo-a de alguma forma, apesar de tambem ter muitas coisas estúpidas na sua forma original) Suspect

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por zaktan em Sex Jan 15, 2010 12:36 am

Sua fan-fic e muito boa, eu só não li tudo porque estou sem tempo, mas já li os 2 primeiros capítulos e eles são fenomenais!

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Dom Jan 24, 2010 3:04 am

Lumix escreveu:Guiller717, porque não continuas a história, eu estava a gostar muito Very Happy
Eu estava meio sem tempo a partir de março, e desde que entrei em férias acabei esquecendo a minha fan-fic Embarassed . Mas não se preocupem, pretendo retomar as coisas Wink

tnccs escreveu:bastante boa a história Wink .mmmmhhhhh...acho que soleos está a distorcer um pouco a imagem de mata nui para o usar como desculpa para actos que de outro modo não faria (um pouco como os padres do renascimento, que intrepretavam a bíblia de forma "x", obstruindo-a de alguma forma, apesar de tambem ter muitas coisas estúpidas na sua forma original) Suspect

Parece que decifraste a personalidade de Suleos! Razz
A minha intenção ao criar o personagem era exactamente essa, e a base era exactamente em líderes religiosos Wink

zaktan escreveu:Sua fan-fic e muito boa, eu só não li tudo porque estou sem tempo, mas já li os 2 primeiros capítulos e eles são fenomenais!
Muito obrigado, zaktan Wink
Pretendo retomar a fan-fic, mas antes tenho de cumprir outras coisas (e as minhas férias estão quase acabando Mad )...

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Lumix em Dom Jan 24, 2010 4:13 pm

Ainda bem que vais continuar, estava a ficar sem esperanças Smile

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por tnccs em Dom Jan 24, 2010 11:38 pm

Guiler717 escreveu:
tnccs escreveu:bastante boa a história Wink .mmmmhhhhh...acho que soleos está a distorcer um pouco a imagem de mata nui para o usar como desculpa para actos que de outro modo não faria (um pouco como os padres do renascimento, que intrepretavam a bíblia de forma "x", obstruindo-a de alguma forma, apesar de tambem ter muitas coisas estúpidas na sua forma original) Suspect

Parece que decifraste a personalidade de Suleos! Razz
A minha intenção ao criar o personagem era exactamente essa, e a base era exactamente em líderes religiosos Wink
uau! acertei!nunca pensei que tinha-lo baseado nisso, achava que era só a minha opinião e que por acaso acertei...mas isto só reforça a minha crença de que não existem acasos

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por Guiler em Qui Jan 28, 2010 1:44 pm

O DESTINO DE MESON NUI
Uma nova era: parte 7

A expansão

Em meio aos campos de mineração, um Matoran corria. O Matoran, nomeado por si mesmo de Omicron, era um Onu-Matoran que já viu a história de sua ilha, Meson Nui mudando desde que Suleos, Toa de luz, se apoderou dela. Omicron nunca acreditou nos contos de Mata Nui, era contrário ás regras da ilha, por conta disso. E por isso sua vida corria perigo. Ele conhecia um Po-Matoran, Kondrok, que pensava da mesma forma, mas que, ao contrário de Omicron, não arriscava a sua vida tentando mudar a mente dos outros.

Omicron não gostava de padrões a seguir, sempre quis conscientizar os seus companheiros Matoran e fazê-los livres, uma vez já conscientizados. Mas, naquele momento, ele sabia que os Matoran já tinham inseridos em sua mente o hábito de seguir conselhos de qualquer Toa que subisse ao poder: lutar contra aquilo era, infelizmemnte, impossível. Omicron corria de Gripah, Toa de terra, que viu Omicron distribuindo folhetos informativos ilegais, questionando os contos de Mata Nui e a superioridade de Suleos, que, como eles, já foi um Matoran. Os mineradores de nada sabiam, eram guiados pelo trabalho, que encaravam como o seu dever, trabalhavam com fé em Mata Nui, e encaravam as decisões de Suleos como seu inquestionável destino. Enquanto isso, um Matoran caíra de um penhasco: Omicron, que não tinha escapatória. Foi dado como morto, mas poucos Matorans o conheciam, por isso, nem acharam aquilo um problema.

Anos depois, Suleos já havia expandido o seu império pelas ilhas ao sul de Meson Nui, e Gripah, Rasupp e Prewa foram encarregados de conquistar a ilha de Jahua Nui e extrair os seus recursos, além de "trazer Mata Nui até eles", como dizia Suleos. Os três Toa encontraram os exímios guerreiros Huitzalox, em suas cidades de pedra em meio á selva, e esses, já unidos á secreta Mão do Aporak, negaram aceitar a cultura dos Matoran. Eles já tinham a cultura deles, para que precisavam seguir outra? O que havia de errado com a cultura dos Huitzalox em relação á dos Matoran?
Com aquela negação ao poderio de Suleos sobre a ilha, os Toa acharam que deviam partir para a violência. Dentro de Meson Nui, como em qualquer lugar, os Toa nunca afirmavam ter matado alguém, pois isso era contra o seu código. Mas dentro de Meson Nui, no entanto, eles foram responsáveis por "neutralizar" os opositores de Suleos. Fora de Meson Nui, se sentiram obrigados a fazer o mesmo, e a guerra entre Toa e Huitzalox começou.

Apesar de bem mais fracos que os Huitzalox, os Toa tinham poderes especiais, que lhes beneficiaram em campo de batalha. Mas eles não esperavam que a ação da Mão do Aporak iria alguma vez se voltar contra os Toa! O próprio Aporak estava na ilha, negociando com Huitzilopochtli, o chefe da tribo dos Huitzalox. Os Toa chegaram á ilha na hora errada...

Rasupp pôde escapar, mas Gripah e Prewa foram capturados por Aporak. Rasupp, então, partiu para o lado oeste da ilha, onde encontraria os últimos membros da espécie Matlocan, os nativos daquele universo, que já estavam num território muitíssimo reduzido até então...

Em breve: parte 8


Última edição por Guiler717 em Qui Jan 28, 2010 7:42 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O destino de Meson nui

Mensagem por chibi vezon em Qui Jan 28, 2010 4:39 pm

simplesmente es muito talentoso a essas coisas guiler,I Razz Razz Razz Razz Razz Razz

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Re: O destino de Meson nui

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